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Update de Games 02

30/09/2009

Como faz um tempão que eu não atualizo essa parada aqui, neste post eu falo dos games que joguei mais no começo do ano e no próximo eu comento os mais recentes.

Mirror’s Edge é tão bom quanto imaginei que seria. Não, espera, é ainda melhor.
Uma das coisas que mais me encantam é a ausência de elementos indicativos na tela (nada de barrinha de vida, munição, etc.), já que essas coisas diminuem a imersão. Fora o fato de que ele é um jogo de ação em primeira pessoa que não requer um único tiro disparado pelo jogador para que seja completado; adoro quando apresentam gêneros desgastados com algo inovador o bastante para reanimar a vontade de jogá-los.

Sim, eu joguei Chrono Trigger DS… E sim, fui até o fim. Apesar do asco que sinto de tudo que é secretado pela Square Enix, esse game me fez ficar grudado nas telinhas de uma forma que nenhum RPG havia conseguido desde Shining Force 2 e, depois de quase 40 horas de jogo, terminei das 13 formas possíveis – curiosamente (e acidentalmente) o primeiro ou segundo final que consegui foi o exclusivo de DS.

Já me disseram que agora tenho que pegar Chrono Cross… Calma lá, um paradigma por vez.

Jogar Left 4 Dead é uma experiência bem peculiar, que realmente remete a um filme de terror quase trash. Cada partida é única graças a uma programação inteligente que, além de mudar a posição de certos itens e inimigos nas fases, também interpreta a forma com que você joga para adaptar a dificuldade em tempo real.

É óbvio que o mais divertido é compartilhar a ação (e os sustos) com outros 3 amigos, e o multiplayer em equipes claramente foi o foco dos desenvolvedores, mas, nesse quesito, ainda não encontrei um game que faça frente ao Team Fortress 2 (também da Valve).

Fallout 3 é basicamente Oblivion no futuro e justamente por isso acabei desanimando de jogar logo que saiu. Não me entenda mal, eu adoro Oblivion, tenho umas 280 horas jogadas na versão de Xbox 360 e é exatamente por ser o tipo de título que suga todo meu tempo disponível que Fallout me deixou com um pé atrás.

Quando finalmente dei uma chance ao game, gostei, mas ele sofre do mesmo problema (pra muitos, virtude) de jogos como GTA San Andreas: há tanta liberdade e tanto para se fazer, que constantemente fico sobrecarregado de opções e me sinto perdido. Isso me desanima de tal forma, que acabo largando o jogo por um tempão e, quando a vontade volta, não lembro mais onde parei, o que já fiz, nem pra onde devo ir… Aí paro de jogar de vez, porque continuar sem saber direito o que se passa é uma droga e começar tudo outra vez não é opção.

Fallout 3 está agora nesse limbo dos games encostados, junto de Half-Life 2 e Too Human. Talvez com um pouco mais de tempo eu esqueça das histórias deles o suficiente pra conseguir começar novamente.

Sonic Unleashed poderia se chamar Sonic Umlixo que seria mais adequado. O maior defeito do jogo é a hedionda versão lobisomem do ouriço (lobouriço? ouriçomem?), já que as fases sem ele funcionam muito bem; arrisco até a dizer que é a melhor versão 3D já feita do gameplay de altíssima velocidade que tanto se espera do azulzinho.

Gears of War 2 é tão intenso quanto o primeiro e o mais divertido é que dessa vez é possível jogar com sua arma favorita até o fim – no antecessor seu arsenal era trocado automaticamente a cada novo estágio. Fui o tempo todo com o rifle sniper em punhos e refastelei-me com headshots a queima-roupa. =)

Destaque também para os cenários, que ficaram muito maiores e ainda mais detalhados.


Atualmente o PH está
Jogando: Muramasa (Wii)
Ouvindo: Death Cab For Cutie – I Will Possess Your Heart
Assistindo: Being Erica – Segunda Temporada
Querendo: transmitir a Nerd TV ao vivo da Liberdade
Arrumando: meu Xbox 360 zuado.