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Update de Games

31/10/2008

Fiquei muito feliz ao saber que Mirror’s Edge vai sair para PC agora em novembro. Eu já estava quase convencido a comprar um PS3 por causa desse jogo, agora voltei a não ter motivo (ufa!).

Do jeito que sou impressionável, depois de jogar Mirror’s Edge vou achar que consigo escalar qualquer coisa vermelha que encontrar na rua.

World of Goo é mágico. O maior problema dele é a duração: em 7 horas terminei tudo e não me senti motivado a tentar completar as missões especiais de cada fase.

Ainda bem que o jogo é simples o bastante para que façam logo um pacote de estágios extras.

Broxante. Essa é a melhor palavra para definir minha impressão de Sonic Chronicles, para DS. O controle é ruim e a história não empolgou. É possível que a culpa seja de toda a expectativa que eu criei; agora tenho que me esforçar muito pra continuar jogando.

Por isso acho que vou acabar dando mais uma chance pra Square Enix e tentarei jogar o port de Chrono Trigger… Mas é só porque estou sem opções no DS, viu?!

Left 4 Dead é bem promissor, primeiro porque eu gosto de cooperativos e eles estão meio em falta, segundo por ser da Valve (não me lembro da última vez que eles erraram) e terceiro… bom, não lembro do que eu ia escrever, mas não precisa de terceiro.

Alguém avisa o moço que ele perdeu um dedo.

Team Fortress 2, também da Valve, prima por exigir trabalho em equipe o tempo todo e Left 4 Dead não será diferente: quem quiser dar uma de Rambo vai se ferrar rapidinho e dificultar muito a vida do resto do time.

Dead Space pode até ser o máximo, mas eu não dou a mínima.

Nada contra, só não fui com a cara dele.

Apesar de ter detestado o primeiro, comecei a jogar Far Cry 2. Tenho um pouco de vergonha, mas vou admitir que minha principal motivação é a possibilidade de encarnar um mercenário brasileiro…

Tá, eu sei que é bobo, mas poxa… O cara tem uma tatuagem com a palavra “Morte” no antebraço esquerdo! Totalmente original!

Sou um clone feliz por ter uma namorada de cabelo roxo.

De duas uma: ou eu tô pirando de vez, ou esse Master of the Monster Lair realmente tem um protagonista descaradamente xerocado do Sora, de Kingdom Hearts:

Já não chega eu ter que usar essas calças, ainda me copiam?

O game até parece legalzinho, mas só aguenta mais de uma hora quem tem desejo de ser arquiteto ou decorador. Ficar criando cenários não é pra mim, definitivamente.

Disaster: Day of Crisis, para Wii, é feito de várias mecânicas diferentes de jogo: corrida, tiro, aventura, exploração e uma tonelada de sequências interativas que funcionam como minigames.

Foi impossível evitar a comparação com o divino Shenmue, do Dreamcast, que tinha a mesma premissa de ser dez-em-um. Yu Suzuki até arriscou batizar o game como um novo estilo chamado FREE… Bons tempos aqueles.

Fallout 3 será ao menos testado.

C&C: Red Alert 3 nem isso.

Wii Music é inexplicavelmente cativante, divertido e relaxante. Tudo ao mesmo tempo.

Como muitas outras coisas da Nintendo, não há um jogo ali e ainda assim você continua jogando. Não dá pra explicar, só sei que é enormemente gratificante conseguir tocar uma música com um novo instrumento, ou reger a orquestra de Miis com o tema de Zelda.


Pra fechar ficam os games mais aguardados por mim pra esse fim de ano:

1- Sonic Unleashed (Wii)
2- Tatsunoko vs. Capcom (Wii)
3- Gears of War 2 (Xbox 360)
4- Mirror’s Edge (PC)
5- GTA IV (PC)


Atualmente o PH está
Jogando: Phoenix Wright – Justice for All (DS)
Ouvindo: OST de Super Mario Galaxy
Vendo: a terceira temporada de House
Querendo: comer kimchi
Pensando: “Shower is the way devil gets into you.”